Assassin’s Creed : Deve-se começar a saga na ordem cronológica? Nosso guia para começar bem

Amélie

janeiro 12, 2026

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Mergulhar no universo expandido de Assassin’s Creed é embarcar numa aventura empolgante através do tempo e do espaço. Esta saga emblemática dos videogames, uma fusão perfeita entre história e ficção, convida os jogadores a explorar períodos fascinantes onde a sombra dos Assassinos cruza a luz dos Templários. Mas diante da riqueza e complexidade desta franquia, uma pergunta surge constantemente: é necessário começar a série na ordem cronológica dos eventos históricos? Nosso guia completo acompanha você para entender a importância dessa cronologia, oferecendo ainda conselhos valiosos para começar bem essa experiência narrativa fora do comum.

A escolha do ponto de partida na série não se limita a uma simples questão dos números de lançamento. De fato, a cronologia histórica dos jogos não corresponde à ordem de publicação. Assim, é possível aventurar-se primeiro no Egito Antigo e depois retornar à Renascença italiana, ou ainda navegar entre diferentes séculos conforme a vontade. Essa liberdade pode ser desconcertante, mas também é a riqueza da saga Assassin’s Creed. Tanto para iniciantes quanto para jogadores experientes, é essencial entender as implicações da ordem escolhida para abordar narrativas interconectadas onde cada protagonista e cada época acrescentam uma nova pedra à construção.

Neste guia, propomos um mergulho aprofundado na cronologia Assassin’s Creed, analisando as principais evoluções do gameplay, explorando a diversidade dos protagonistas, e fornecendo recomendações concretas para escolher seu ponto de entrada. Quer você seja atraído pelos combates ferozes dos vikings, os mistérios das pirâmides ou as conspirações da Renascença, descobrirá que a saga sabe se adaptar aos desejos de cada um, oferecendo uma aventura única a cada jogador. Parta conosco por essa odisseia temporal e prepare-se para reviver as maiores horas da história, armado com sua lâmina escondida e uma curiosidade insaciável.

As evoluções-chave do gameplay na saga Assassin’s Creed

Desde o lançamento do primeiro título em 2007, a saga Assassin’s Creed se impôs como um pilar dos jogos de aventura. Mas uma das perguntas mais frequentemente feitas pelos jogadores diz respeito à evolução do gameplay ao longo dos episódios e seu impacto na experiência. Compreender essas transformações é essencial para decidir se deve-se respeitar a ordem cronológica ou se deixar guiar pelas preferências lúdicas.

Os primeiros títulos da série, até Assassin’s Creed III incluído, baseavam-se em mecânicas clássicas de ação-aventura. O jogador incarnava um assassino evoluindo em um mundo semiaberto, onde parkour e assassinatos furtivos eram as pedras angulares do gameplay. A história girava em torno de uma trama principal linear, com poucas distrações por missões secundárias complexas. O foco estava na narrativa entrelaçada do presente e do passado, propondo uma combinação acertada entre infiltração e exploração.

Com a chegada de Assassin’s Creed Origins em 2017, a franquia iniciou uma virada radical. O aspecto RPG passou a ter um papel preponderante na aventura. Os mundos abertos se tornaram mais extensos, oferecendo uma vasta gama de missões secundárias, árvores de habilidades detalhadas e diálogos que influenciam a progressão da história. Essa nova abordagem modificou a experiência de jogo: o jogador pode agora personalizar seu estilo, explorar livremente e viver uma aventura mais orgânica e imersiva.

Para visualizar melhor essas mudanças, aqui está uma tabela comparativa que ilustra as diferentes fases do gameplay em Assassin’s Creed :

Fase Jogos concernidos Tipo de gameplay Características-chave
Fase clássica AC 1 a AC III Ação-Aventura Parkour, missões lineares, infiltração, história contínua
Fase RPG Origins a Valhalla Ação-RPG Mundo aberto, missões secundárias, árvores de habilidades, escolhas narrativas

Importante notar que essa evolução gerou debates apaixonados na comunidade. Alguns puristas preferem a estrutura mais dirigida dos primeiros títulos, enquanto novos jogadores são atraídos pela liberdade oferecida pelos jogos modernos. Assim, escolher uma ordem de percurso baseado no gameplay desejado pode ser tão importante quanto pela cronologia histórica.

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Decodificando a complexidade da cronologia Assassin’s Creed

A cronologia em Assassin’s Creed é um quebra-cabeça fascinante, misturando história real e ficção com um rigor que às vezes confunde até mesmo os entusiastas. Ao contrário do que se poderia pensar, a ordem de lançamento dos jogos não corresponde à sucessão dos eventos históricos narrados. Em outras palavras, para acompanhar as aventuras na ordem cronológica dos períodos, frequentemente é preciso pular entre jogos lançados com anos de intervalo.

Para ajudar a organizar um pouco essa nebulosa, é útil lembrar que a história narrada na série cobre majoritariamente períodos que vão da Grécia Antiga à Revolução Industrial, passando por momentos-chave como a Renascença ou as Cruzadas. Cada jogo se concentra, portanto, em uma época bem específica, com personagens e intrigas únicas.

Segue uma lista clara dos principais títulos classificados segundo sua posição na cronologia histórica :

  • Assassin’s Creed Odyssey – Grécia Antiga (431-422 a.C.)
  • Assassin’s Creed Origins – Egito Antigo (49-43 a.C.)
  • Assassin’s Creed Valhalla – Era Viking (final do século IX)
  • Assassin’s Creed (o primeiro) – Cruzadas (século XII)
  • Assassin’s Creed II, Brotherhood, Revelations – Renascença italiana (séculos XV-XVI)
  • Assassin’s Creed III – Revolução Americana (século XVIII)
  • Assassin’s Creed IV: Black Flag – Idade de Ouro da Pirataria (século XVIII)
  • Assassin’s Creed Unity – Revolução Francesa (século XVIII)
  • Assassin’s Creed Syndicate – Londres Vitoriana (século XIX)

O próximo título anunciado, Assassin’s Creed Shadows, levará os jogadores ao Japão feudal de 1579, demonstrando mais uma vez a vontade da Ubisoft de ultrapassar fronteiras geográficas e temporais.

Essa organização fragmentada pode confundir, mas oferece uma flexibilidade rara. Os jogadores podem escolher seu ponto de partida conforme suas afinidades históricas, apreciando a aventura global como um mosaico de épocas e culturas.

A cronologia vs a experiência narrativa

É importante destacar que a narrativa em Assassin’s Creed não segue somente o fio histórico das épocas visitadas. Um segundo nível de história acontece no presente, geralmente encarnado por personagens modernos ou futuristas que exploram as memórias genéticas dos protagonistas antigos através do Animus. Essa sobreposição narrativa complica ainda mais a compreensão da ordem ideal para começar.

Para os entusiastas que desejam conhecer a trama completa, respeitar a ordem de lançamento dos jogos pode oferecer uma progressão fluida no enredo do presente. Contudo, para outros, priorizar a ordem cronológica histórica garante uma imersão ótima em cada universo.

Os protagonistas: um leque de estilos e épocas para descobrir

O que também distingue profundamente a série Assassin’s Creed é a diversidade de seus protagonistas. Cada título apresenta um novo assassino, frequentemente com uma personalidade e estilo de combate singulares, incorporando os valores do credo através de sua cultura e época.

Por exemplo, Ezio Auditore, o herói da trilogia Renascença (AC II, Brotherhood, Revelations), conquista pelo carisma e pela evolução de um jovem despreocupado a um mestre Assassino sábio e experiente. Sua popularidade é tal que ele é regularmente citado como a figura emblemática da franquia. A ordem em que você descobre suas aventuras pode influenciar muito sua percepção da saga.

Mas não esqueçamos Bayek, o rosto de Assassin’s Creed Origins, que traz um tom mais sério e épico, inserido na atmosfera mística do Egito Antigo. Ou ainda Kassandra em Odyssey, que, através de sua dualidade entre guerreira e diplomata, oferece uma aventura grandiosa na Grécia Antiga. E o que dizer de Eivor em Valhalla, cuja ferocidade viking e senso tático incorporam perfeitamente uma época de conquistas e conflitos intensos.

Essa variedade de personagens permite aos jogadores experimentar gameplays variados e narrativas impregnadas de suas próprias atmosferas históricas e culturais. A escolha do protagonista pode assim guiar a ordem em que você explorará a série.

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Conselhos práticos para começar bem a saga Assassin’s Creed

Diante dessa riqueza e multiplicidade de formas de abordar a série, é natural sentir-se um pouco perdido. Aqui estão alguns conselhos para orientar você segundo seu perfil de jogador e suas expectativas:

  • Para iniciantes completos: Comece por Assassin’s Creed II ou Origins. Esses títulos oferecem uma introdução equilibrada entre história envolvente e mecânica de jogo acessível.
  • Se você é fã de história: Opte pela ordem cronológica dos períodos históricos, começando por Odyssey e depois Origins. Isso ajudará a perceber a evolução dos conflitos e temas abordados.
  • Prefere gameplay RPG moderno: Dê ênfase aos episódios mais recentes como Valhalla ou Origins, que oferecem uma experiência mais aberta e personalizável.
  • Diversifique a experiência: Não hesite em escolher um título conforme o contexto histórico ou cultural que mais te atraia, mesmo que isso signifique jogar fora da cronologia.
  • Siga a trilogia Ezio: se gosta de histórias bem estruturadas, essa trilogia é um valor seguro para descobrir a profundidade narrativa da saga.

É importante lembrar que a série Assassin’s Creed foi pensada para oferecer grande flexibilidade. Cada jogador pode assim criar seu próprio percurso, concebido como uma aventura multifacetada ao invés de um caminho único e fixo.

Os mistérios do futuro: o que reservará Assassin’s Creed Shadows?

Para 2026, a série continua seu espírito de inovação ao anunciar um novo título ambicioso chamado Assassin’s Creed Shadows, que se passará no Japão feudal em 1579. Essa escolha de época ilustra perfeitamente a vontade da Ubisoft de continuar surpreendendo ao explorar territórios históricos menos aproveitados, ricos em mitos e intrigas.

O contexto japonês promete uma imersão em um universo carregado de samurais, ninjas e conflitos entre clãs, potencialmente abrindo novas mecânicas de jogo orientadas à furtividade, estratégia e relações sociais. Isso levanta ainda uma nova questão para os novatos: será que se deve então começar por esse novo ambiente único ou seguir os clássicos?

Responder a essa pergunta dependerá tanto de suas preferências quanto da curiosidade por um período inédito na franquia. Enquanto aguarda o lançamento, é aconselhável consolidar sua compreensão do universo Assassin’s Creed por meio dos jogos-chave já disponíveis.

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Explorando a liberdade de ordem nos jogos Assassin’s Creed

Em definitivo, a riqueza de Assassin’s Creed reside também em sua versatilidade. Ao contrário de muitas séries onde a ordem de leitura é crucial, aqui você pode explorar as épocas na ordem que desejar. Essa liberdade permite escolher um ponto de entrada conforme seus gostos históricos, a evolução do gameplay que prefere ou mesmo uma curiosidade particular por um personagem.

Alguns escolhem uma abordagem temática, privilegiando universos medievais ou ambientes marítimos conforme os títulos. Outros gostam de seguir a progressão narrativa do presente, respeitando a ordem de lançamento. Essa diversidade de abordagens reflete a complexidade de uma saga que transcende as limitações tradicionais da narrativa nos videogames.

Aqui está um resumo das vantagens de jogar segundo diferentes abordagens:

Abordagem Aspectos positivos Limitações
Ordem cronológica histórica Imersão temporal coerente, evolução visível das civilizações Enredos às vezes relacionados ao presente menos fluidos
Ordem de lançamento Progressão narrativa do presente respeitada, melhor compreensão geral Saltos às vezes erráticos entre épocas do passado
Escolha temática (época ou gameplay) Personalização da experiência, prazer conforme preferências Possibilidade de perder conexões entre jogos

Em suma, a saga Assassin’s Creed serve a todos os perfis de jogadores, do novato ao veterano. O que realmente importa é deixar livre o desejo de exploração e aventura.

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